Jetpack Compose fez sentido pra mim quando eu parei de comparar tudo com XML
Quando comecei a mexer com Jetpack Compose, tentei entender tudo com a cabeça do Android antigo. Eu ainda pensava em XML, Activity, Fragment e atualização manual de interface. Por isso, no começo, ...

Source: DEV Community
Quando comecei a mexer com Jetpack Compose, tentei entender tudo com a cabeça do Android antigo. Eu ainda pensava em XML, Activity, Fragment e atualização manual de interface. Por isso, no começo, parecia que estava faltando alguma coisa: cadê o XML, os ids e o findViewById? O que me destravou foi perceber que Compose não era só um jeito novo de fazer a mesma coisa, mas uma forma declarativa de construir UI. E, vindo do React, foi aí que tudo começou a fazer sentido. A primeira virada de chave A principal virada de chave para mim foi perceber que o Compose não era “Android sem XML”. No React, a gente já está acostumado com a ideia de que a interface responde ao estado. No Compose, a lógica é parecida: você descreve a UI com funções @Composable, usa estado, e o framework atualiza o que precisa quando esse estado muda. Não é o mesmo modelo do React, mas a ideia de “descrever a interface em vez de montar tudo manualmente” está ali. Quando eu passei a enxergar o Compose assim, ele começou